Comunicação Compassiva

Curando com o outro,
ou dentro de si.

Transformamos a violência invisível dos relacionamentos em conexão, com base na Comunicação Compassiva. Jornadas guiadas e acolhedoras para reconstruir o vínculo que importa, ou para seguir cuidando por dentro quando a reconexão não é possível.

O problema

A dor que ninguém vê

A maior parte do sofrimento nas relações não vem das grandes brigas. Vem da violência invisível do dia a dia: aquela que mora no que dizemos, no que calamos e no que não escutamos.

A não-escuta

Ouvimos para responder, não para compreender. Enquanto o outro fala, já preparamos o contra-argumento.

O poder sobre

Impomos nosso querer, exigimos, rotulamos e julgamos. O ataque vira a melhor defesa.

Culpa e vergonha

Induzimos e sentimos culpa e vergonha, inclusive contra nós mesmos. A dor se torna invisível.

Quando a dor não é nomeada, ela vira distância. E a distância desfaz casais, famílias, amizades e equipes.

Quem somos

Propósito, missão e visão

Propósito

Contribuir para que as pessoas vivam relações que promovam bem-estar, pertencimento e florescimento humano.

Missão

Promover relações mais conscientes e empáticas, por meio do desenvolvimento de habilidades de comunicação, transformando desafios relacionais em oportunidades de conexão e autocuidado.

Visão

Ser a principal referência latino-americana em jornadas de transformação das relações humanas, tornando a comunicação compassiva um hábito cotidiano.

Princípio central

Dois caminhos para seguir curando

Toda jornada individual sempre tem um componente de cuidado interno. A nossa paz não pode depender da resposta do outro.

Reconexão

Curando com o outro

  • Quando ambas as partes querem participar
  • Mediação parcial: estamos do lado dos dois
  • Conversas corajosas que restauram o vínculo
  • O objetivo nunca é vencer, e sim se reencontrar

Autoempatia

Curando dentro de si

  • Quando o outro não pode ou não quer
  • Ajustar expectativas e encher o próprio tanque
  • Ressignificar a história e encerrar ciclos
  • “Só transformamos aquilo que aceitamos”

Metodologia

Os quatro componentes do método

Toda jornada concentra a atenção em quatro áreas, para expressar com honestidade e receber com empatia.

01

Observação

O que de fato aconteceu, sem julgamento nem avaliação.

02

Sentimento

Como me sinto diante daquilo que observo.

03

Necessidade

Qual necessidade ou valor gera esse sentimento.

04

Pedido

O que peço, de forma concreta, para enriquecer a vida.

A Comunicação Compassiva mantém a atenção onde é mais provável encontrar conexão: nas necessidades, as minhas e as do outro.

Nossos valores

O que nos guia

Empatia antes da técnica

Toda transformação relacional começa pelo encontro genuíno entre pessoas. Mais do que aplicar métodos, buscamos compreender experiências, sentimentos e necessidades.

Conexão empática

Cultivamos diálogos conscientes que aproximam as pessoas e ampliam a compreensão mútua, em vez de disputar quem tem razão.

Acolhimento sem julgamento

Reconhecemos que julgamentos fazem parte da experiência humana. Escolhemos olhar além deles para acolher as pessoas com respeito, curiosidade e humanidade.

Respeito aos limites

Honramos os limites, as escolhas e as necessidades de cada pessoa. Relações saudáveis se constroem com liberdade, consentimento e respeito mútuo.

Autorresponsabilidade

Assumimos responsabilidade pelos nossos sentimentos, escolhas e necessidades, buscando apoio e conexão sem transferir aos outros o que nos pertence.

O olhar para dentro

A transformação das relações começa pela relação que construímos conosco. Cultivamos autoconhecimento, autocompaixão e coerência entre o que sentimos, pensamos e fazemos.

Produtos

Três formatos, um mesmo método

Entre na plataforma para começar a jornada certa para a sua relação. Preço e escala diminuem da esquerda para a direita; profundidade e personalização aumentam.

Embasamento

A ciência por trás do método

Menos estresse no trabalho

O treino em Comunicação Compassiva reduziu o estresse empático em equipes de saúde.

Wacker e Dziobek, 2016

Mais colaboração

Equipes treinadas melhoraram a tomada de decisão e a empatia no trabalho.

Museux et al., 2016

Empatia que se aprende

Em jovens, o método aumentou a empatia e a autoempatia.

Batūraitė-Bunka et al., 2024

Menos raiva, mais conexão

Estudantes reduziram sentimentos negativos e melhoraram suas relações.

Korlipara e Shah, 2022

A duração importa. Por isso desenhamos jornadas de múltiplos encontros, com prática entre eles e apoio de pares.

Seguir curando começa por uma conversa corajosa.

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